segunda-feira, 13 de julho de 2026

FUI-TE VER

 



Fui-te ver á ribeira
o tempo passava por nós
como o vento passa
como as memórias se escapam
como o amor se disfarça.
Eramos jovens mesmo que não se queira
eramos atores na nossa narrativa para vós
eramos olhos que o sonho perpassa
mundos  singelos que se uniam e davam
e corriam em ondas no mundo que avança.

Fui-te ver
e nesse querer
beijamo-nos
e abraçamo-nos.

Jorge d'Alte

Sem comentários:

Enviar um comentário