quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ghosts



Só na solidão do meu quarto evoco os meus fantasmas, recordo esses momentos que pretendi esquecer e eles se erguem de novo palpitantes evolando no meu ar tecendo teorias do "SE" do "PORQUÊ" que se entranham na minha alma em milhentas duvidas. O chão eleva-se no ar em retorcidos como os seus murmùrios e lá ficam nesse vogar pois se não são feitos de certezas também não são a incerteza e assim sem destino pairam entre o consciente e o inconsciente sem lugar na realidade pois foram fim no passado e fantasmas no meu presente.

jorge d'alte (Tela em óleo pintada pelo autor.O chão foi de propósito retorcido)